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	<title>cultura &#8211; ELLE Brasil</title>
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	<description>A moda, só que diferente</description>
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	<title>cultura &#8211; ELLE Brasil</title>
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	<item>
		<title>Cannes 2026 apresenta filme de Pedro Almodóvar e documentário sobre Richard Avedon</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/cannes-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 21:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[festival de cannes]]></category>
		<category><![CDATA[pedro almodóvar]]></category>
		<category><![CDATA[richard avedon]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem brasileiros e com apenas dois estadunidenses, festival aposta nos europeus na competição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um ano depois de o Brasil ser celebrado no Marché du Film e de </span><i><span style="font-weight: 400;">O agente secreto</span></i><span style="font-weight: 400;"> ter saído com dois prêmios do júri oficial, o <a href="https://www.instagram.com/festivaldecannes/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Festival de Cannes 2026</strong></a> começa nesta terça (12.05) com presença modesta do Brasil e da América Latina em geral. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Laser-Gato</span></i><span style="font-weight: 400;">, do brasileiro Lucas Acher, está na competição da Cinef, para curtas-metragens feitos em faculdades, mas concorre por uma escola estadunidense, a New York University. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A produtora brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira (um dos produtores de </span><i><span style="font-weight: 400;">Ainda estou aqui</span></i><span style="font-weight: 400;">), está envolvida em </span><i><span style="font-weight: 400;">Paper tiger</span></i><span style="font-weight: 400;">, longa-metragem do estadunidense James Gray que disputa a Palma de Ouro. De acordo com o site do evento, porém, trata-se de uma produção dos Estados Unidos.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/streaming-em-maio-2026">LEIA MAIS: Marty Supreme, A casa dos espíritos e o melhor do streaming em maio</a></h5>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-194618" src="https://images.elle.com.br/2026/05/200125-768x517.jpg" alt="200125" width="768" height="517" title="Cannes 2026 apresenta filme de Pedro Almodóvar e documentário sobre Richard Avedon"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Cena do documentário sobre Richard Avedon; o fotógrafo ao centro na foto.</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação</small>
</p></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">La perra</span></i><span style="font-weight: 400;">, da chilena Dominga Sotomayor, é uma coprodução entre Brasil e Chile também com envolvimento da RT Features e presença de Selton Mello no elenco. O filme passa na mostra paralela Quinzena de Cineastas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De volta à seleção oficial, na seção Um Certo Olhar, </span><i><span style="font-weight: 400;">Elephants in the fog</span></i><span style="font-weight: 400;">, do nepalês Abinash Bikram Shah, é uma coprodução entre Nepal, França, Alemanha, Brasil e Noruega, com a participação das produtoras brasileiras Enquadramento e Bubbles Project.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Semana da Crítica, paralela à competição principal, </span><i><span style="font-weight: 400;">Seis meses en el edifício rosa com azul</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Bruno Santamaría Razo, é uma coprodução entre México, Brasil e Dinamarca, com a Desvia Produções entre as produtoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas não é só a presença brasileira e latino-americana que estão tímidas nesta edição. Cannes 2026 vem com poucas obras estadunidenses. Entre os 22 filmes da competição, apenas dois são dos Estados Unidos, enquanto 16 são europeus. Cinco diretoras disputam a Palma de Ouro. A seguir, os principais destaques deste ano:</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/o-diabo-veste-prada-2-da-nova-trama-ao-figurino">LEIA MAIS: O diabo veste Prada 2, da nova trama ao figurino</a></h5>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Y4aYv2MzH0A?si=zFzLckrXNZJvuIQD" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>Natal amargo, de Pedro Almodóvar</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O cineasta espanhol está de volta a seu país e à sua língua materna depois de </span><i><span style="font-weight: 400;">O quarto ao lado</span></i><span style="font-weight: 400;">, que lhe rendeu o Leão de Ouro em Veneza. Almodóvar retorna com seus jogos de espelho, alter egos e histórias paralelas, mostrando o diretor e roteirista Raúl (Leonardo Sbaraglia) que escreve sobre a publicitária Elsa (Bárbara Lennie). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de Almodóvar, entre os cineastas europeus na competição estão o polonês Pawel Pawlikowski (</span><i><span style="font-weight: 400;">Fatherland</span></i><span style="font-weight: 400;">), o romeno Cristian Mungiu (</span><i><span style="font-weight: 400;">Fjord</span></i><span style="font-weight: 400;">), o francês Arthur Harari (</span><i><span style="font-weight: 400;">L’Inconnue</span></i><span style="font-weight: 400;">) e o russo Andrei Zviaguintsev (</span><i><span style="font-weight: 400;">Minotaur</span></i><span style="font-weight: 400;">).</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-194582" src="https://images.elle.com.br/2026/05/200126-768x501.jpg" alt="200126" width="768" height="501" title="Cannes 2026 apresenta filme de Pedro Almodóvar e documentário sobre Richard Avedon"><br />
<span style="font-weight: 400;"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Richard Avedon (ao centro).</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação</small>
</p><br />
</span><i></i></p>
<h3><strong>Avedon</strong><strong>, de Ron Howard</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas Sessões Especiais, fora de competição, o diretor estadunidense repassa a vida e o legado de Richard Avedon (1923-2004), um dos maiores retratistas e fotógrafos de moda da história. Para dirigir o documentário, Howard teve acesso ao acervo pessoal de Avedon e entrevistou pessoas importantes em sua trajetória, como Isabella Rossellini, Calvin Klein, Twiggy Lawson e Lauren Hutton. </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/y3BV9KeJzGM?si=yy05OIorGi1ADw8g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>Parallel tales, de Asghar Farhadi</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Vencedor do Urso de Ouro em Berlim (</span><i><span style="font-weight: 400;">A separação</span></i><span style="font-weight: 400;">, 2011) e dos troféus de roteiro (</span><i><span style="font-weight: 400;">O apartamento</span></i><span style="font-weight: 400;">, 2016) e do Grande Prêmio do Júri (</span><i><span style="font-weight: 400;">Um herói</span></i><span style="font-weight: 400;">, 2021) em Cannes, o diretor iraniano disputa a Palma com um longa estrelado por Isabelle Huppert, Vincent Cassel e Virginie Efira sobre uma escritora que espiona os vizinhos em busca de inspiração.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-194586" src="https://images.elle.com.br/2026/05/204651-1-768x322.jpg" alt="Paper tiger" width="768" height="322" title="Cannes 2026 apresenta filme de Pedro Almodóvar e documentário sobre Richard Avedon"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption"> Miles Teller e Adam Drive (à esquerda na foto).</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação</small>
</p></p>
<h3><strong>Paper tiger, de James Gray</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O diretor estadunidense retorna a um de seus temas preferidos: famílias fraturadas, escolhas difíceis e irmãos envolvidos com o crime, como em </span><i><span style="font-weight: 400;">Os donos da noite</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2007). No filme, Adam Driver e Miles Teller são irmãos que, em busca do sonho americano, envolvem-se com a máfia russa. Scarlett Johansson também está no elenco.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/g9B_DOrir-s?si=dIH9TLNvRw0poAUz" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><strong>Sheep in the box, de Hirokazu Koreeda</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São quatro asiáticos na competição de Cannes 2026. Vencedor da Palma de Ouro por </span><i><span style="font-weight: 400;">Assunto de família</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2018), o diretor japonês conta a história de um casal que, em um futuro não muito distante, confia em um androide para lidar com o luto pela perda do filho. Também japonês, Ryusuke Hamaguchi (melhor roteiro em Cannes e Oscar de filme internacional por </span><i><span style="font-weight: 400;">Drive my car</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2021) apresenta </span><i><span style="font-weight: 400;">All of a sudden</span></i><span style="font-weight: 400;">, sobre duas mulheres que ficam amigas em circunstâncias difíceis. Disputam também a Palma o japonês </span><i><span style="font-weight: 400;">Nagi notes</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Koji Fukada, e o sul-coreano </span><i><span style="font-weight: 400;">Hope</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Na Hong-jin, que tem no elenco Hoyeon, Michael Fassbender, Alicia Vikander e Taylor Russell. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-194594" src="https://images.elle.com.br/2026/05/200583-768x509.jpg" alt="200583" width="768" height="509" title="Cannes 2026 apresenta filme de Pedro Almodóvar e documentário sobre Richard Avedon"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption"></small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação</small>
</p></p>
<h3><strong>The man I love, de Ira Sachs</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Nova York do fim dos anos 1980, o artista queer Jimmy George (Rami Malek) enfrenta a doença e a morte durante o auge da epidemia de Aids. O filme com roteiro de Sachs e do seu parceiro habitual, o brasileiro Maurício Zacharias, conta com Ebon Moss-Bachrach, Tom Sturridge e Rebecca Hall no elenco e foi editado pelo também brasileiro Affonso Gonçalves.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/as-anti-heroinas-favoritas-de-alice-carvalho">LEIA MAIS: As anti-heroínas favoritas de Alice Carvalho</a></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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			<media:title type="plain">cultura - ELLE Brasil</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Djavan relembra sua obra e caminhada antes de turnê que marca seus 50 anos de carreira</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/djavan-entrevista</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Djavan]]></category>
		<category><![CDATA[mpb]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantor percorrerá o país com shows que seguem até dezembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (08.05), <a href="https://www.instagram.com/djavanoficial/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Djavan</strong></a> inicia em São Paulo a turnê <em>Djavanear 50 anos. Só sucessos</em>. A série de apresentações passará por outras nove cidades até chegar em sua Maceíó natal. Confira a seguir a entrevista com o cantor e compositor publicada no Volume 22 da ELLE, em dezembro de 2025:</p>
<p>Djavan é um dos poucos compositores brasileiros que viraram verbo. “Djavanear” surgiu depois que o cantor cunhou o “caetanear” na letra de “Sina”, de 1982 (“Como querer/ Caetanear o que há de bom”) – ao interpretar a canção, Caetano Veloso criou esse outro neologismo para retribuir a homenagem. Além de remeter a um vocabulário e a códigos muito próprios do compositor, de 76 anos, djavanear também dá nome à turnê que celebra seus 50 anos de carreira e que percorrerá arenas do Brasil, começando em maio, em São Paulo, e terminando em dezembro, em sua Maceió.</p>
<p>O marco inicial dessas cinco décadas de música foi <em>A voz, o violão, a música de Djavan</em>, um disco de samba lançado em 1976. Desde então, são 26 álbuns e sucessos que são joias da MPB – “Samurai”, “Linha do Equador”, “Eu te devoro”, “Lilás” e tantas outras. Djavan não faz distinção entre os discos. “A minha entrega em cada um foi igual”, conta à ELLE. “Cada disco obedece a quem fui naquela época, às coisas que disse e cantei. Eu era aquilo quando fiz.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-194283" src="https://images.elle.com.br/2026/05/DJAVAN-9-768x960.jpg" alt="DJAVAN 9" width="768" height="960" title="Djavan relembra sua obra e caminhada antes de turnê que marca seus 50 anos de carreira"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption"></small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Bob Wolfenson</small>
</p></p>
<p>O mais recente, <em>Improviso</em>, chegou em novembro, com um punhado de canções novas. Além delas, ele resgatou “O vento”, parceria sua com Ronaldo Bastos gravada em 1987 por Gal Costa, a maior intérprete de sua obra – foram 13 músicas de Djavan gravadas pela baiana ao longo da carreira. Também do fim dos anos 1980, ele recuperou “Pra sempre”, que surgiu após um convite do produtor Quincy Jones (1933-2024) para criar uma música para Michael Jackson, que gravava <em>Bad</em> (1987). Num misto de pudor e ceticismo, Djavan nunca mandou a melodia que fez. Mas ela ganhou letra, que homenageia Michael, décadas depois (“Cê foi, mas não foi/ Não saiu daqui”).</p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/michael-cinebiografia">LEIA MAIS: Protagonizado pelo sobrinho do cantor, “Michael” aposta na música e foge das polêmicas</a></h5>
<p><em>Improviso</em> traz canções sobre o amor, como reza a cartilha de Djavan. Mas a maioria das letras, diferentemente do que se possa imaginar, não é autobiográfica. “Não falo de mim, em geral”, avisa. O compositor está casado há 28 anos com Rafaella Brunini, mãe de seus dois filhos mais novos: Sofia, 21, e Inácio, 19. Os mais velhos, Flávia, 53, Max, 52, e João, 48, são filhos do casamento<br />
com Maria Aparecida Viana (1950-2024), entre o início dos anos 1970 e o fim dos 90. São sete netos, com idades próximas às dos caçulas. <em>Djavan: o musical – Vidas pra contar</em>, que estrou neste ano, repassa essa trajetória desde o começo humilde, em Maceió. Ele achou que não tinha biografia<br />
para tanto, mas, ao assistir, mudou de ideia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-194287" src="https://images.elle.com.br/2026/05/DJAVAN-7-1-768x960.jpg" alt="DJAVAN 7 1" width="768" height="960" title="Djavan relembra sua obra e caminhada antes de turnê que marca seus 50 anos de carreira"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption"></small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Bob Wolfenson</small>
</p></p>
<p>Na sessão de fotos para a ELLE, Djavan dançou ao ouvir Stevie Wonder (que gravou a gaita de “Samurai”, em 1982), algo que ele só começou a fazer há uns dez anos no palco. “Comecei a gostar disso. Antes era realmente tímido. Ficava ali parado, nem sequer olhava direito para a plateia.”</p>
<p>Dias depois, recebeu a ELLE para uma conversa no estúdio que tem em sua casa, no Rio de Janeiro, onde grava seus discos. “O que você quer saber?”, diz, prontamente, sentado em uma cadeira, abrindo a conversa e sem fugir de nenhum tema.</p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/letrux-influencias-disco">LEIA MAIS: Letrux divide as inspirações por trás de seu novo álbum</a></h5>
<p><strong>Você canta muito sobre o amor, mas já disse que suas canções, na maioria das vezes, não são autobiográficas. Como é a dinâmica entre a observação e a experiência?<br />
</strong><br />
Não falo de mim, em geral. Tento escrever do amor, mas não do meu amor. Em primeiro lugar, não me sentiria bem em ficar falando sobre mim nas canções ou pelo menos dar essa impressão. Até porque isso não me levaria aonde quero, que é a invenção. Acho que a criação é muito ligada a você imaginar uma situação com a qual as pessoas se identifiquem.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não falo de mim, em geral (nas composições). Tento escrever do amor, mas não do meu amor.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Nesse sentido, tudo inspira você?<br />
</strong><br />
Quem escreve, em geral, não tem muita dificuldade de conseguir elementos para se inspirar, porque a gente vive observando tudo. Tenho uma paixão absoluta pela natureza. A contemplação foi uma coisa que minha mãe me mostrou. Há nomes de plantas que ela me ensinou quando era menino. Guardo<br />
muito o nome delas. Nem entendo como consigo. Orquídeas, por exemplo, têm nomes difíceis, todos em latim, e sei muitos deles. Fiz até uma música falando deles (“Orquídea”).</p>
<p><b> </b><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-194289" src="https://images.elle.com.br/2026/05/DJAVAN-10-768x960.jpg" alt="DJAVAN 10" width="768" height="960" title="Djavan relembra sua obra e caminhada antes de turnê que marca seus 50 anos de carreira"></p>
<p class="media-data">
<small class="media-caption"></small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Bob Wolfenson</small>
</p>
<p><strong>“Açaí” (1982) é uma observação da natureza.</strong></p>
<p>Exatamente.</p>
<p><strong>Sua mãe, Virginia, é uma figura presente nas suas entrevistas. Você sempre se lembra dela como “uma mulher que criou cinco filhos no segundo estado mais pobre da federação”. Quem foi essa mulher? Ela o introduziu à musicalidade?<br />
</strong><br />
Era uma pessoa que só tinha o primário <em>(Virginia era lavadeira)</em>, mas era de uma inteligência, de uma<br />
dignidade… Sempre foi muito ética, muito correta. Tinha um sexto sentido forte. Ela me disse que<br />
eu seria um cantor porque tinha vocação para isso. Foi a pessoa mais importante da minha vida.</p>
<p><strong>Ela não chegou a presenciar seu sucesso, né?</strong></p>
<p>Não depois que eu vim para o Rio. Mas lá, em Alagoas, sim, cantando no LSD, aquela banda<br />
que me deu um início artístico.</p>
<p><strong>Você tocava em fazendas com o LSD.<br />
</strong><br />
Em tudo que é lugar. O LSD era uma banda que existia para alegrar bailes, comícios e aniversários.<br />
Fui muito a fazendas, tocar em aniversário do dono ou da filha dele. Conheço o estado de Alagoas inteiro por causa disso. No LSD, a gente tinha inclinação para o rock. Tocava muito Beatles, alguma coisa brasileira, como Renato e Seus Blue Caps.</p>
<p><strong>Sua mãe falava para você não ir a determinados lugares como uma forma de protegê-lo do racismo. </strong><strong>Já você incentivou seus filhos a ir a todos os lugares. O mundo era outro? Como você observa </strong><strong>esse paradoxo?</strong></p>
<p>Acho que a minha mãe estava certa. A época era outra. Ela não queria ver seu filho sendo hostilizado<br />
em lugar nenhum. Ela não me criou para isso, dizia. Não poderia ter a mesma postura porque tenho outra formação, sou de outra época e já sei mais do que ela, naquele momento. Sei que é brigando que você derruba muros. Não a condeno por isso. Acho que ela estava corretíssima. Era uma mãe solteira criando cinco filhos negros. Ela tinha que ter uma posição de modo a fazer os filhos verem que o mundo era do jeito que ela descrevia e precisavam de proteção.</p>
<p><b> </b><a style="font-size: 0.846em; letter-spacing: 2px; text-transform: uppercase; background-color: #ffffff;" href="https://elle.com.br/cultura/entrevista-sarah-oliveira">LEIA MAIS: Sarah Oliveira investiga a força emocional dos refrãos</a></p>
<h4><a href="https://elle.com.br/st/assine?itm_source=assine_site&amp;itm_medium=header&amp;itm_campaign=bt_assine" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui</a> para comprar a sua ELLE e conferir a entrevista completa e o ensaio com Djavan.</h4>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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<legenda_imagem_destaque></legenda_imagem_destaque>
<credito_imagem_destaque>Foto: Bob Wolfenson</credito_imagem_destaque>
	</item>
		<item>
		<title>Marty Supreme, A casa dos espíritos e o melhor do streaming em maio</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/streaming-em-maio-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 16:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[streaming]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://elle.com.br/?p=193505</guid>

					<description><![CDATA[O mês ainda traz séries documentais sobre esporte e gastronomia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O mês chega com uma leva diversa de estreias nas plataformas, misturando ficção e documentário, esporte e gastronomia. Confira o <strong>melhor do streaming em maio:</strong></span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Socorro! | Trailer Oficial Legendado" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/36_Zb_7yuro?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Socorro! (Disney+)</b><b><br />
</b><br />
Após sobreviverem a um acidente de avião, uma funcionária (Rachel McAdams) e seu chefe sádico (Dylan O’Brien) ficam presos em uma ilha deserta. Lá, os papeis se invertem, enquanto eles precisam sobreviver. Entre muita tensão, a relação dos dois se transforma em uma batalha de inteligência e resistência. Com direção de Sam Raimi (<i>O Homem Aranha</i>).<b></b></p>
<p>Estreia em 7 de maio.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tetra: Acreditar de Novo | Clipe oficial | Netflix Brasil" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/pTFD3XvtgO8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Tetra: Acreditar de novo (Netflix)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Às vésperas da Copa do Mundo, o documentário revisita a jornada da seleção brasileira rumo ao mundial de 1994, depois de 24 anos sem conquistar o título. Com imagens e entrevistas inéditas com nomes como Romário e Raí, a produção traz depoimentos de jogadores e adversários, revelando bastidores, tensões e momentos decisivos de uma conquista que marcou gerações. </span></p>
<p>Estreia em 7 de maio.</p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/as-anti-heroinas-favoritas-de-alice-carvalho">LEIA MAIS: As anti-heroínas favoritas de Alice Carvalho</a></h5>
<p><iframe loading="lazy" title="Tucci em Itália | Temporada 2 | Trailer Oficial | Disney+" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/qhcaAYOBpLA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b><br />
Tucci na Itália, 2ª temporada (Disney+)</b></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/stanleytucci" target="_blank" rel="noopener">Stanley Tucci</a> (<i>O diabo veste Prada</i>) retorna com a série indicada ao Emmy em uma nova viagem pela Itália, agora explorando cinco localidades e suas tradições culinárias, de Nápoles à Sicília. “Na Itália, a comida nunca é apenas comida. É memória, identidade e, às vezes, uma discussão acalorada”, afirma Tucci. “Nesta temporada, exploramos como o passado continua moldando o presente, uma região e um prato diferente.&#8221;</p>
<p>Estreia em 12 de maio.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Isso Ainda Está De Pé? | Trailer Oficial Legendado" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/KccWatb6D9g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Isso ainda está de pé? (Disney+)</b><b><br />
</b><br />
Dirigido por Bradley Cooper, o longa acompanha Alex (Will Arnett), que, enquanto enfrenta o fim de seu casamento, experimenta a comédia stand-up e tenta encontrar um novo propósito na meia-idade. Ao mesmo tempo, sua ex-esposa Tess (Laura Dern) revisita suas próprias escolhas e sacrifícios. Entre crises pessoais, os dois redescobrem o que significa amar, mesmo que de formas diferentes. <b></b></p>
<p>Estreia em 13 de maio.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="A Empregada | Trailer Oficial Legendado" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/Nsm0qczuTZk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>A empregada (Telecine)</b></p>
<p>Millie (Sydney Sweeney) acredita ter encontrado uma chance de recomeço ao ser contratada como empregada de um casal rico, Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar). Mas, aos poucos, ela descobre que os segredos da família são mais perigosos do que imaginava e talvez mais sombrios do que o próprio passado que tenta esconder. Dirigido por Paul Feig, o suspense adapta o best-seller de Freida McFadden.</p>
<p>Estreia em 15 de maio.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rafa | Date Announcement | Netflix" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/9bRQvnlIYQM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Rafa (Netflix)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em clima de Roland Garros, torneio que Rafael Nadal conquistou o recorde de 14 títulos e que começa em 18 de maio, a série documental revisita a trajetória de um dos maiores tenistas da história em quatro episódios. Entre desafios e reflexões sobre sua última temporada, Nadal compartilha bastidores de sua carreira e o legado que construiu dentro e fora das quadras. </span></p>
<p>Estreia em 29 de maio.</p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/treta-segunda-temporada">LEIA MAIS: Elenco de Treta fala sobre a segunda temporada da série</a></h5>
<p><iframe loading="lazy" title="Brasil 70: A Saga do Tri | Teaser oficial | Netflix Brasil" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/3IzZNmVwQVc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Brasil 70: A saga do tri (Netflix)</b></p>
<p>A série relembra a campanha histórica da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, quando o país conquistou o tricampeonato, no México, com uma das melhores equipes da história do futebol. Rodrigo Santoro vive o comentarista João Saldanho; Bruno Mazzeo, Zagallo, o estreante Lucas Agrícola, Pelé e Marcelo Adnet, um narrador de jogos.</p>
<p>Estreia em 29 de maio.</p>
<p><b>E se você não viu em abril, vale assistir…<br />
</b></p>
<p><iframe loading="lazy" title="A Casa dos Espíritos | Trailer Oficial | Prime Video" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/nLZgEw4fXMI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>A casa dos espíritos (Prime Video)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseada no best-seller de Isabel Allende, já adaptado para o cinema, a série acompanha três gerações de mulheres (Clara, Blanca e Alba) em meio a transformações políticas e sociais em um país sul-americano. Misturando realismo mágico e drama histórico, a trama percorre décadas de conflitos, amores e segredos familiares.</span></p>
<p>Já disponível, com novos episódios semanalmente.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Nouvelle Vague | Official Trailer | Netflix" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/UufRzKVFseg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Nouvelle Vague (Telecine)</b></p>
<p>Com direção de Richard Linklater, o filme recria os bastidores do filme <i>Acossado</i> (1960), clássico de Jean-Luc Godard que marcou a nouvelle vague. O filme, que estreou no Festival de Cannes, mergulha no processo criativo caótico do diretor, revelando sua relação com a própria juventude, a quebra de regras e o espírito revolucionário que ajudou a redefinir o cinema.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marty Supreme | Trailer Oficial Legendado" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/SovoTyFeF-I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>Marty Supreme (Prime Video)</b></p>
<p>Inspirado na vida do excêntrico jogador de tênis de mesa Marty Reisman, interpretado por Timothée Chalamet (nomeado ao Oscar por sua atuação), o filme mistura biografia e ficção ao acompanhar um jovem que sonha mudar de vida e competir no Japão. Entre partidas e esquemas improváveis para financiar sua jornada, a trama explora temas como ambição e redenção. Indicado a outras oito estatuetas, o filme de Josh Safdie tem no elenco Gwyneth Paltrow e o rapper Tyler, the Creator.</p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/johnny-massaro">LEIA MAIS: As séries e minisséries que marcaram Johnny Massaro</a></h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
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			<media:title type="plain">cultura - ELLE Brasil</media:title>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Inhotim inicia comemorações de 20 anos com novas mostras e obra de grande dimensão</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/inhotim-20-anos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 20:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ELLE Decoration]]></category>
		<category><![CDATA[lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[inhotim]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
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					<description><![CDATA[Exposições de Dalton Paula, david de jesus do nascimento e obra de Lais Myrha abrem o calendário de aniversário.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.instagram.com/inhotim/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Inhotim </strong></a>já ultrapassou a maioridade. O ano de 2026 marca 20 anos de sua abertura oficial. Em duas décadas, a instituição de arte e jardim botânico em Brumadinho (MG) se tornou um dos mais importantes museus a céu aberto do mundo – e o maior da América Latina. Em meio a 140 hectares de visitação, com 4 mil espécies botânicas, o museu-parque abriga trabalhos da japonesa Yayoi Kusama e do islandês-dinamarquês Olafur Eliasson aos brasileiros Tunga (1952-2016) e Helio Oiticica (1937-1980), entre mais de 200 artistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de começar o ano eleito pelo </span><i><span style="font-weight: 400;">The New York Times</span></i><span style="font-weight: 400;"> como o único destino brasileiro a se visitar em 2026, Inhotim abriu seu calendário comemorativo no último sábado (24.04) com a inaguração da primeira panorâmica de Dalton Paula, uma exibição de davi de jesus do nascimento e uma obra inédita de Lais Myrrha.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/lifestyle/exposicoes-em-sao-paulo-maio-2026">LEIA MAIS: 8 exposições em São Paulo para visitar em maio</a></h5>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-193395" src="https://images.elle.com.br/2026/04/Dalton-Paula.-Foto_Jhony-Aguiar-1-768x512.jpg" alt="Dalton Paula. Foto Jhony Aguiar 1" width="768" height="512" title="Inhotim inicia comemorações de 20 anos com novas mostras e obra de grande dimensão"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Dalton Paula</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Jhony Aguiar </small>
</p> </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Em setembro, data da efeméride, Inhotim abrirá uma retrospectiva sobre seus 20 anos. Um mês depois, reabrirá a galeria de Cildo Meireles – uma das mais visitadas do museu – renovada e ampliada e contará com o retorno de </span><i><span style="font-weight: 400;">The murder of crows</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2008), instalação sonora de Janet Cardiff &amp; George Bures Miller, composta por 98 alto-falantes. </span><span style="font-weight: 400;">ELLE foi ao Inhotim acompanhar as primeiras inaugurações:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-193398" src="https://images.elle.com.br/2026/04/lais_dalton-icaro_moreno-3.jpg-768x512.jpeg" alt="lais dalton icaro moreno 3.jpg" width="768" height="512" title="Inhotim inicia comemorações de 20 anos com novas mostras e obra de grande dimensão"><br />
<span style="font-weight: 400;"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Fanfarra, de Dalton Paula</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Icaro Moreno</small>
</p></span><b></b></p>
<h3><strong>Dupla cura, de Dalton Paula</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com curadoria de Beatriz Lemos, a mostra reúne 100 trabalhos do artista brasiliense, que completa 30 anos de carreira em 2027, com participação na Bienal de Veneza em 2024, obras no acervo do MoMA, Masp e Pinacoteca de São Paulo, além de vencedor do Chanel Next Prize. São instalações, fotografias, pinturas e vídeo-performances, de diferentes períodos de sua carreira – alguns saídos diretamente das paredes da casa da mãe do artista, revelou Júlia Rebouças, diretora artística de Inhotim –, além de trabalhos inéditos comissionados por Inhotim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Fanfarra</em>, uma pintura de 60 metros de largura, que traz apenas jovens negros, abre a mostra. Por meio de suas obras, Dalton, 44 anos, mergulha na representação da diáspora africana, recriando narrativas históricas e abordando saberes ancestrais e práticas comunitárias. Capas de antiga enciclopédias, por exemplo, ganham pinturas suas que evocam saberes populares. “Dalton Paula é precursor de uma gramática visual que reconfigurou a arte brasileira contemporânea”, diz Beatriz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2021, ele cofundou com Ceiça Ferreira o Sertão Negro, espaço sediado em um quilombo, em Goaiânia, que une ateliê, residência artística e práticas comunitárias e que ofereceu uma programação na 36a Bienal de São Paulo. “Sem dúvida nenhuma, é um dos gestos artísticos mais radicais da contemporaneidade”, diz a curadora. Dalton, que contou com a presença das escritoras Sueli Carneiro e Conceição Evaristo na abertura de sua mostra, levou o coral do Sertão Negro para se apresentar na inauguração, ao lado do coral da Escola de Música do Inhotim. “A música para mim é a maior das linguagens”, disse o artista.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/lifestyle/rubem-valentim-mam-rio">LEIA MAIS Rubem Valentim no MAM Rio: mostra revisita cidades marcantes na trajetória do artista</a></h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-193396" src="https://images.elle.com.br/2026/04/aberturas_abril_inhotim-icaro_moreno-27-768x512.jpg" alt="aberturas abril inhotim icaro moreno 27" width="768" height="512" title="Inhotim inicia comemorações de 20 anos com novas mostras e obra de grande dimensão"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption"></small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Icaro Moreno</small>
</p></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong style="font-size: 1.125em;">Tororoma, de davi de jesus do nascimento</strong><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O artista de 29 anos, nascido em Pirapora (MG), às margens do Rio São Francisco, nos transporta com sua obra à região onde cresceu e vive. Na entrada da galeria, que ocupa uma casa campestre, um carranca (escultura usada por pescadores do São Francisco na proa de seus barcos como proteção espiritual) de Mestre Expedito, referência no ofício, nos recebe – davi tem um trabalho de preservação da obra de mestres carranqueiros.</span></p>
<p>Lá dentro, um espelho d’água remete ao sorvedouro (um redemoinho de águas profundas) – sua mãe, uma lavadeira, foi vítima de uma afogamento –, enquanto falsos escorpiões, sobem pelas paredes. Sobre o chão de terra, pinturas são marcadas por uma paleta terrosa. Em um vídeo-performance, gravado nas cavernas de Minas Gerais, Davi se contorce ao chão com um peixe – o artista é filho de um pescador.</p>
<p>A obra de davi, já assunto para as páginas da ELLE e exibida no P<span style="font-weight: 400;">anorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo</span><span style="font-weight: 400;">, passa ainda por desenho, fotografia e escrita, em que ele difunde o vocabulário da população ribeirinha. A curadoria da exposição, que faz menção à obra do também mineiro Guimarães Rosa, é de Deri Andrade.<br />
</span><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-193399" src="https://images.elle.com.br/2026/04/aberturas_abril_inhotim-icaro_moreno-1-2-1-768x360.jpg" alt="aberturas abril inhotim icaro moreno 1 2 1" width="768" height="360" title="Inhotim inicia comemorações de 20 anos com novas mostras e obra de grande dimensão"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption"></small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Icaro Moreno</small>
</p></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong><span style="font-size: 1.125em;">Contraplano, de Lais Myrrha</span></strong><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos pontos mais altos dos 140 hectares de Inhotim, com uma vista privilegiada, foi o escolhido para receber a escultura de 250 m2 da artista mineira, que participou da Bienal de São Paulo de 2016. Instalada em um um terreno de desnível, foi erguida com a ajuda de engenheiros e calculistas. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Contraplano</span></i><span style="font-weight: 400;"> faz referência direta ao edifício projetado por Oscar Niemeyer para a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, inserindo em meio à natureza o concreto e as linhas sinuosas do arquiteto, num diálogo harmônico, que possibilita diferentes enquadramentos da paisagem. A obra ainda proporciona uma área de sombra ao local. “Muitas obras externas</span><i><span style="font-weight: 400;"> (do Inhotim)</span></i><span style="font-weight: 400;"> não permitem que as pessoas fiquem ali. Queria uma coisa que as pessoas perdessem tempo, onde talvez elas pudessem não fazer nada”, diz a artista que se inspirou na marquise do Ibirapuera, também projetada por Niemeyer.</span></p>
<p>O trabalho de Lais, vizinha a <i><span style="font-weight: 400;">Beam drop Inhotim</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2008), de Chris Burden, rompe com a maioria de obras em grande escala do museu-parque, criadas por artistas masculinos e estrangeiros.  </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i><span style="font-weight: 400;"><strong>Inhotim:</strong> Rua B, nº 20 – Fazenda Inhotim, Brumadinho – MG. De quarta a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30 (nos meses de janeiro e julho, aberto também às terças-feiras). Entrada: R$ 65 (inteira) e R$ 32,50 (meia). Para mais informações, <a href="http://inhotim.org.br" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>. <em>Dupla cura</em> e <em>Tororoma</em> ficarão em exibição por três anos.</span></p>
<p><i>Bruna Bittencourt viajou a Brumadinho a convite do Instituto Inhotim</i><i><br />
</i></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/lifestyle/bienal-de-veneza-2026">LEIA MAIS O que esperar do pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2026</a></h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<enclosure url='https://images.elle.com.br/2026/04/aberturas_abril_inhotim-icaro_moreno-6-620x840.jpg' type='image/jpeg' /><imagem_destaque>https://images.elle.com.br/2026/04/aberturas_abril_inhotim-icaro_moreno-6-620x840.jpg</imagem_destaque>
<legenda_imagem_destaque>Detalhe de Contraplano, de Lais Myrrha</legenda_imagem_destaque>
<credito_imagem_destaque>Foto: Icaro Moreno</credito_imagem_destaque>
	</item>
		<item>
		<title>8 exposições em São Paulo para visitar em maio</title>
		<link>https://elle.com.br/lifestyle/exposicoes-em-sao-paulo-maio-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 22:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ELLE Decoration]]></category>
		<category><![CDATA[a gentil carioca]]></category>
		<category><![CDATA[artes plásticas]]></category>
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		<category><![CDATA[ccbb]]></category>
		<category><![CDATA[Damián Ortega]]></category>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://elle.com.br/?p=193305</guid>

					<description><![CDATA[ Damián Ortega, no Masp, e Vivian Caccuri, no CCBB, estão entre as exposições em São Paulo este mês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Damián Ortega, Vivian Caccuri, Denilson Baniwa e Roberto Burle Marx são alguns dos artistas com <strong>exposições em São Paulo</strong> em cartaz durante o mês de maio. No caso de Burle Marx, a mostra abrirá as portas nesta quinta (30.04), no Museu Judaico, na Bela Vista, onde o público vai poder conferir desenhos e pinturas e conhecer mais sobre a trajetória do paisagista e artista. Já o Edifício Lina Bo Bardi, do Masp, receberá a individual de Damián Ortega, que apresentará um panorama da carreira do artista mexicano, a partir do dia 15.</p>
<h5>LEIA TAMBÉM: <a href="https://elle.com.br/lifestyle/vivi-rosa-loewe" target="_blank" rel="noopener">FINALISTA NO CRAFT PRIZE DA LOEWE, VIVI ROSA MOLDA ESCULTURAS COM MEMÓRIAS E MATERIAIS REAPROVEITADOS</a></h5>
<p>Confira mais sugestões de exposições em São Paulo a seguir:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Damián Ortega: matéria e energia</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193309 size-large" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-3-620x465.jpg" alt="exposições em são paulo" width="620" height="465" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Obra Controller of the Universe, de Damián Ortega. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação </small>
</p></p>
<p>No Masp, a mostra individual apresenta mais de três décadas de trabalho de Ortega, que transita entre fotografia, vídeo, escultura e instalação. Em sua abordagem, o artista mexicano convida o público a reexaminar objetos cotidianos para investigar narrativas sociais, econômicas e políticas. A exibição contará com a obra Cosmic Thing, de 2002, em que ele desmonta e ergue partes de um Fusca. A curadoria é do diretor artístico do Masp, Adriano Pedrosa.</p>
<p><a href="https://masp.org.br/exposicoes/damian-ortega-materia-e-energia" target="_blank" rel="noopener"><strong>Damián Ortega: matéria e energia:</strong></a> de 15 de maio a 13 de setembro, no Edifício Lina Bo Bardi, do Masp, na Avenida Paulista, 1.578, Bela Vista. Às terças, das 10h às 20h; às quartas, quintas, sábados e domingos, das 10h às 18h; e, às sextas, das 10h às 21h. Ingressos (válidos para visitação nas duas unidades): R$ 85 (entrada inteira); R$ 42 (meia-entrada). Às terças, a entrada é gratuita e, na sexta, a gratuidade ocorre das 18h às 20h30.</p>
<h5>LEIA TAMBÉM: <a href="https://elle.com.br/lifestyle/marcas-de-moda-milao-2026" target="_blank" rel="noopener">MARCAS DE MODA APRESENTAM NOVIDADES DE DECORAÇÃO NA SEMANA DE DESIGN DE MILÃO</a></h5>
<h2><strong>Dignidade e luta: Laudelina de Campos Mello</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193358 size-full" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo.png" alt="exposições em são paulo" width="1188" height="1618" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Na foto, Laudelina de Campos Mello. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação </small>
</p></p>
<p>A exposição no IMS Paulista conta a história de Laudelina de Campos Mello (1904-1991), liderança no reconhecimento dos direitos das trabalhadoras domésticas no país, e militante na luta antirracista. A mostra reúne fotografias, vídeos e outros documentos, além de obras de artistas como Maria Auxiliadora, Rosana Paulino, Walter Firmo, Mulambö, Gê Viana, Emicida e Arjan Martins. A curadoria é da artista e educadora Renata Sampaio e da historiadora Raquel Barreto, com assistência do museólogo Phelipe Rezende.</p>
<p><strong><a href="https://ims.com.br/exposicao/dignidade-e-luta-laudelina-de-campos-mello/" target="_blank" rel="noopener">Dignidade e luta: Laudelina de Campos Mello</a> </strong>: de 16 de maio a 22 de novembro, no IMS Paulista, na Avenida Paulista, 2424, Bela Vista. De terça a domingo e feriados (exceto segundas), das 10h às 20h. Entrada gratuita.</p>
<h2><strong>Vivian Caccuri – Pele azul</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193307 size-large" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-1-620x349.png" alt="exposições em são paulo" width="620" height="349" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Obra de Vivian Caccuri. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação </small>
</p></p>
<p>A exposição individual ocupa dois andares do Espaço Anexo do CCBB SP e conta com quatro obras, sendo três inéditas, da paulistana radicada no Rio de Janeiro. A mostra aborda relações entre a humanidade e outras formas de existência por meio da pesquisa da artista sobre mosquitos. A curadoria é de Bernardo José de Souza.</p>
<p><strong><a href="https://ccbb.com.br/sao-paulo/programacao/vivian-caccuri-pele-azul/" target="_blank" rel="noopener">Vivian Caccuri – Pele azul</a>:</strong> até 3 de agosto, no Espaço Anexo do Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, na Rua Álvares Penteado, 112, Centro Histórico. De quarta a segunda, das 9h às 20h. Entrada gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Burle Marx: Plantas em movimento</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193308 size-large" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-2-620x568.jpg" alt="exposições em são paulo" width="620" height="568" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Mangue, de Roberto Burle Marx. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Instituto Burle Marx</small>
</p></p>
<p>Em parceria com o Instituto Burle Marx, o Museu Judaico de São Paulo apresenta uma exposição sobre a obra do paisagista e artista Roberto Burle Marx e de seus colaboradores. Com curadoria de Isabela Ono e Guilherme Wisnik, a mostra conta com desenhos de projetos, fotografias, filmagens e documentação de acervo, e também levanta a discussão sobre a função do paisagismo como ferramenta crítica diante de questões ambientais e sociais.</p>
<p><strong><a href="https://museujudaicosp.org.br/evento/burle-marx-plantas-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">Burle Marx: Plantas em movimento</a>:</strong> de 30 de abril a 2 de agosto, no Museu Judaico de São Paulo, na Rua Martinho Prado, 128, Bela Vista. De terça a domingo, das 10h às 18h. Ingresso: R$ 24 (R$ 12, meia-entrada). Aos sábados, o acesso é gratuito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Joana Vasconcelos – Jardim do Éden</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193312 size-large" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-6-620x413.jpg" alt="exposições em são paulo" width="620" height="413" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Vista da instalação Jardim do Éden, de Joana Vasconcelos. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Rodrigo Reis</small>
</p></p>
<p>No Farol Santander, a instalação da artista portuguesa Joana Vasconcelos tem caráter imersivo e foi pensada especialmente para o espaço expositivo. Com curadoria de Fernando Zugno, a mostra convida o público a atravessar livremente um amplo jardim luminoso.</p>
<p><a href="https://www.farolsantander.com.br/sp/exposicao/joana-vasconcelos-jardim-do-eden" target="_blank" rel="noopener"><strong>Joana Vasconcelos – Jardim do Éden</strong></a>: até 21 de junho, no Farol Santander, na Rua João Brícola, 24, Centro. De terça a domingo, das 9h às 20h. Ingressos: R$ 45 (R$ 22,50, meia-entrada).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Denilson Baniwa: Yawara Akanga</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193310 size-large" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-4-560x840.jpg" alt="exposições em são paulo" width="560" height="840" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Obra Marajoara, 2026, de Denilson Baniwa. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Pedro Agilson / Cortesia do artista e A Gentil Carioca</small>
</p></p>
<p>A exposição na galeria A Gentil Carioca conta com dez obras inéditas de Denilson Baniwa feitas em fibra de tururi, que dão continuidade à sua pesquisa sobre a presença não indígena na região do Rio Negro e no território amazônico.</p>
<p><strong><a href="https://www.agentilcarioca.com.br/exhibitions/131-denilson-baniwa-yawara-akanga/" target="_blank" rel="noopener">Denilson Baniwa: Yawara Akanga</a>:</strong> até 23 de maio, na Gentil Carioca São Paulo, na Travessa Dona Paula, 108, Higienópolis. De segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 11h às 17h. Entrada gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Imbuídos das forças das florestas do Japão – Kigumi: revelando a carpintaria por trás da junta de madeira</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193306 size-large" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-1-620x337.jpg" alt="exposições em são paulo" width="620" height="337" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Peça da mostra Imbuídos das forças das florestas do Japão – Kigumi: revelando a carpintaria por trás da junta de madeira. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação</small>
</p></p>
<p>Parte do ciclo da Japan House São Paulo dedicado à marcenaria tradicional, a nova mostra convida o público a aprofundar o olhar na técnica chamada de kigumi, que consiste em entalhar e encaixar peças de madeira, sem o uso de pregos, parafusos ou ferragens. No segundo andar, será possível ver os mais de 50 encaixes selecionados pelo curador Marcelo Nishiyama, diretor associado e curador do Takenaka Carpentry Tools Museum.</p>
<p><a href="https://japanhousesp.com.br/exposicao/imbuidos-das-forcas-das-florestas-do-japao-kigumi-revelando-a-carpintaria-por-tras-da-junta-de-madeira/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Imbuídos das forças das florestas do Japão – Kigumi: revelando a carpintaria por trás da junta de madeira:</strong> </a>de 5 de maio a 2 de agosto, na Japan House São Paulo, na Avenida Paulista, 52, Bela Vista. De terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h. Entrada gratuita.</p>
<h2>Surrealismos: a arte além da razão</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-193311 size-large" src="https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-5-620x840.jpg" alt="exposições em são paulo" width="620" height="840" title="8 exposições em São Paulo para visitar em maio"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Retrato ancestral, de Flávio de Carvalho. </small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Divulgação</small>
</p></p>
<p>A Pinakotheke abrirá a sua nova sede em São Paulo com uma exposição dedicada a diferentes facetas do surrealismo. Com curadoria de Max Perlingeiro e Tadeu Chiarelli, a exibição conta com aproximadamente 100 obras de nomes como Louise Bourgeois, Salvador Dalí, Marcel Duchamp, Diego Rivera e Tarsila do Amaral.</p>
<p><strong><a href="https://pinakotheke.com.br/exhibitions/" target="_blank" rel="noopener">Surrealismos: a arte além da razão</a> :</strong> de 18 de maio a 15 de agosto, na Pinakotheke São Paulo, na Rua Minas Gerais, 246, Higienópolis. Horários a confirmar. Entrada gratuita.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<enclosure url='https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-10-620x840.jpg' type='image/jpeg' /><imagem_destaque>https://images.elle.com.br/2026/04/exposicoes-em-sao-paulo-10-620x840.jpg</imagem_destaque>
<legenda_imagem_destaque>Exposições em São Paulo: na foto, obra "Cosmic Thing", de Damián Ortega, que será apresentada em mostra no Masp. </legenda_imagem_destaque>
<credito_imagem_destaque>Foto Helene Toresdotter Malmö Konsthall</credito_imagem_destaque>
	</item>
		<item>
		<title>O diabo veste Prada 2: da nova trama ao figurino</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/o-diabo-veste-prada-2-da-nova-trama-ao-figurino</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[anne hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[meryl streep]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[stanley tucci]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://elle.com.br/?p=193234</guid>

					<description><![CDATA[Sequência, que tinha relutância por parte da equipe, traz mais emoção que o original.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Demorou, mas valeu a espera. Vinte anos depois do original, estreia nesta quinta-feira (30.04) no Brasil </span><i><span style="font-weight: 400;">O diabo veste Prada 2</span></i><span style="font-weight: 400;">, dirigido por David Frankel. O filme é uma continuação natural do sucesso de bilheteria de 2006, à altura do filme que colocou o azul cerúleo no vocabulário de muita gente. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O público vai reencontrar personagens que cresceram sem deixar de lado sua identidade, e se entreter com os figurinos. Mais do que uma produção sobre moda,</span><i><span style="font-weight: 400;"> O diabo veste Prada 2</span></i><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.instagram.com/p/DXukhW2EUFl/?img_index=4&amp;igsh=MnBsZXI5anRvanJk" target="_blank" rel="noopener"> é um longa sobre a crise no jornalismo</a> e uma defesa apaixonada de sua importância. É também um manifesto a favor da qualidade, da beleza, do humano, do especial, em um mundo em que predominam o genérico, o automático, o descartável, o desumano, a frieza dos números dos resultados financeiros.</span></p>
<p>A seguir, saiba mais sobre o filme e os bastidores da produção.</p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/michael-cinebiografia"><span style="font-weight: 400;">LEIA MAIS: Protagonizado pelo sobrinho do cantor, “Michael” aposta na música e foge das polêmicas<br />
</span></a></h5>
<p><iframe loading="lazy" title="O Diabo Veste Prada 2 | Trailer 2 Oficial Legendado" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/iUhgIp_yWvA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><b>A nova trama</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Andy (<a href="https://www.instagram.com/annehathaway/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">Anne Hathaway</a>), agora uma jornalista consagrada, perde o emprego no momento em que recebe um prêmio por uma de suas reportagens. Enquanto isso, a revista </span><i><span style="font-weight: 400;">Runway, </span></i><span style="font-weight: 400;">dirigida por Miranda (Meryl Streep) com a ajuda de Nigel (Stanley Tucci), sofre uma crise de credibilidade. Andy volta, então, à sua antiga casa, agora como editora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Runway</span></i><span style="font-weight: 400;"> também sofre com a crise no mercado jornalístico, e Miranda não tem mais o poder de antigamente, ficando na mão de anunciantes, como Emily (Emily Blunt), agora executiva em uma grife poderosa. O elenco segue como uma razão para se assistir ao filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto dentro quanto fora da trama, o filme reflete seus tempos com graça e emoção. A crise no mercado editorial é real e atual, e Miranda teve de aprender que certas palavras e atitudes não cabem mais. O filme é mais inclusivo, com modelos de corpos diversos e personagens não-brancos. A relação entre as mulheres contém muitas farpas, mas também compreensão e cumplicidade. Dá até para dizer que </span><i><span style="font-weight: 400;">O diabo veste Prada 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> tem mais emoção do que o original, podendo provocar lágrimas.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/angelina-jolie">LEIA MAIS: Com Angelina Jolie, Vidas entrelaçadas traz colaboração da Chanel</a></h5>
<p><iframe loading="lazy" title="O Diabo Veste Prada 2 | Trailer 3 Oficial Legendado" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/r3_gZDsy1iQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><b>Por que a sequência chega só agora</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o sucesso do primeiro filme, há especulação sobre uma sequência. “Mas dissemos não por 18 anos”, afirmou Frankel ao site <em>Goldderby</em>. Em 2024, porém, ele viu a recepção à reunião de Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt na entrega do SAG Awards. Foi então que começaram as conversas.</span></p>
<p>A roteirista Aline Brosh McKenna, que também escreveu o primeiro filme, logo viu a chance de explorar as mudanças no mercado jornalístico. Essa transformação era uma maneira de explorar o legado de Miranda na trama e o quanto uma mulher de 70 anos poderia continuar trabalhando. “Aline encontrou uma razão para ir além da nostalgia, de dar ao público o que ele quer”, disse Anne no programa <em>Today</em>. “Ela achou algo novo para dizer por meio desses personagens, o que tirou muito da pressão.”</p>
<p>Era preciso encantar Meryl, sem ela não haveria continuação. A atriz ficou intrigada com as ideias apresentadas e se convenceu por causa do sucesso de uma sessão de <i><span style="font-weight: 400;">O diabo veste Prada</span></i><span style="font-weight: 400;"> promovida em abril de 2024 em um cinema em Washington Heights, em Nova York, como parte de uma série chamada &#8220;Filmes que perdemos&#8221;, com curadoria do dramaturgo e ator Lin-Manuel Miranda <em>(Hamilton)</em>.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-193256" src="https://images.elle.com.br/2026/04/TDWP2-19956_R2_19964_r-2-1-768x512.jpg" alt="O diabo veste Prada 2" width="768" height="512" title="O diabo veste Prada 2: da nova trama ao figurino"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Meryl Streep como Miranda Priestly em O diabo veste Prada 2.</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Macall Polay © 2025 20th Century Studios</small>
</p></p>
<h3><strong style="font-size: 1.125em;">As diferenças</strong></h3>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O diabo veste Prada</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi feito com um orçamento modesto, de cerca de US$ 35 milhões. O filme foi um sucesso, com bilheteria mundial de US$ 326 milhões. Desta vez, o orçamento foi significativamente maior. Segundo a revista </span><i><span style="font-weight: 400;">Variety</span></i><span style="font-weight: 400;">, ele gira por volta dos US$ 100 milhões, sem contar o marketing. A previsão é que, no fim de semana de estreia, ele alcance entre US$ 175 milhões a US$ 190 milhões de bilheteria mundial. Meryl, que brigou para receber US$ 5 milhões, em vez dos US$ 2 milhões oferecidos no primeiro filme, provavelmente recebeu um cheque bem mais polpudo agora. Se na produção original a atriz decidiu ficar afastada de Anne e Emily por causa da natureza de sua personagem, agora o set pareceu mais uma família. Ao longo desses 20 anos, Meryl trabalhou com Stanley (</span><i><span style="font-weight: 400;">Julie &amp; Julia</span></i><span style="font-weight: 400;">, em 2009) e com Emily (</span><i><span style="font-weight: 400;">Caminhos da floresta</span></i><span style="font-weight: 400;">, em 2014, e </span><i><span style="font-weight: 400;">O retorno de Mary</span></i><span style="font-weight: 400;"> Poppins, em 2018). E o ator tornou-se cunhado de Emily ao se casar com a irmã dela, Felicity.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-193239" src="https://images.elle.com.br/2026/04/DWP2_Trlr_Still01_r-768x320.jpg" alt="DWP2 Trlr Still01 r" width="768" height="320" title="O diabo veste Prada 2: da nova trama ao figurino"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Emily Blunt como Emily.</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: 20th Century Studios © 2026</small>
</p></p>
<h3><strong style="font-size: 1.125em;">Caras novas</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas nem só dos personagens adorados – embora nem sempre adoráveis – vive </span><i><span style="font-weight: 400;">O diabo veste Prada 2</span></i><span style="font-weight: 400;">. Há uma série de rostos diferentes na sequência, como Amari (Simone Ashley, de </span><i><span style="font-weight: 400;">Bridgerton</span></i><span style="font-weight: 400;">) e Charlie (Caleb Hearon), assistentes de Miranda, e Jin (Helen J. Shen), estagiária de Andy. O público também conhece Stuart (Kenneth Branagh), marido de Miranda, Irv e seu filho Jay Ravitz (Tibor Feldman e B.J. Novak, respectivamente), donos da editora que publica a </span><i><span style="font-weight: 400;">Runway</span></i><span style="font-weight: 400;">, a milionária Sasha Barnes (Lucy Liu) e seu ex, o bilionário da tecnologia Benji (Justin Theroux). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a participação de Sydney Sweeney foi cortada por uma decisão criativa. E o antigo namorado de Andy, Nate (personagem de Adrian Grenier no original), não aparece desta vez.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme traz várias figurações ilustres, incluindo Donatella Versace, Domenico Dolce, Stefano Gabbana, Brunello Cucinelli e Lady Gaga.<br />
</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium_large wp-image-193243" src="https://images.elle.com.br/2026/04/TDWP2-19400_R-768x512.jpg" alt="TDWP2 19400 R" width="768" height="512" title="O diabo veste Prada 2: da nova trama ao figurino"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Stanley Tucci e Anne Hathaway no filme.</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: 20th Century Studios © 2026</small>
</p></p>
<h3><strong style="font-size: 1.125em;">O figurino</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto Patricia Field teve dificuldades de conseguir peças para o figurino do primeiro filme, supostamente porque ninguém queria se indispor com Anna Wintour, a editora de moda em quem Miranda foi inspirada, não faltaram opções para Molly Rogers, figurinista de </span><i><span style="font-weight: 400;">O diabo veste Prada 2</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de Andy, as roupas têm perfume masculino, misturando peças novas com outras vintage. No total, Anne teve 47 trocas de looks, sendo um dos mais marcantes o vestido Gabriela Hearst que ela usa no almoço nos Hamptons. Entre as marcas que atriz veste estão Armani Privé, Dolce &amp; Gabbana, Tom Ford, Chanel e Paco Rabbane. Para Miranda, Molly pensou em uma estrutura parecida com um uniforme, nos moldes que Karl Lagerfeld usava. Ela veste Sa Su Phi, Dries Van Noten e Armani Privé. Pierpaolo Piccioli, da Balenciaga, desenhou um vestido vermelho de noite, e Meryl trouxe de uma rede de farmácias brincos de argola usados por sua personagem. Já Emily, que tem um estilo mais ousado, usou Jonathan Anderson para Dior, peças de arquivo Jean-Paul Gaultier e Rick Owens. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-193187" src="https://images.elle.com.br/2026/04/GettyImages-2271943993-768x1076.jpg" alt="O diabo veste prada 2" width="768" height="1076" title="O diabo veste Prada 2: da nova trama ao figurino"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">O elenco principal do filme na pré-estreia do longa em Londres.</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Getty Images</small>
</p></p>
<h3><strong style="font-size: 1.125em;">Os cenários</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A maior parte do filme se passa, lógico, em Nova York. O escritório de Miranda é diferente do primeiro filme, e a redação da </span><i><span style="font-weight: 400;">Runway</span></i><span style="font-weight: 400;"> é aproximadamente oito vezes maior do que no original. A casa de Sasha Barnes em Vermont fica, na verdade, em Long Island, e é uma mansão de dez hectares pertencente ao cantor Billy Joel. Uma propriedade em Center Island serviu como a casa de Miranda nos Hamptons. A produção também filmou em Milão. O desfile da </span><i><span style="font-weight: 400;">Runway </span></i><span style="font-weight: 400;">foi na Accademia di Brera. O Museu da Última Ceia (pintada por Leonardo Da Vinci) foi recriado em estúdio para não ter perigo de danificar a obra de arte. A Villa Balbiano, que serve como espaço de eventos e fica pertinho da mansão de George Clooney (vista brevemente em uma das cenas), foi a casa de Benji Barnes no Lago de Como.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/terceira-temporada-de-euphoria">LEIA MAIS: Entre retornos e despedidas, o que esperar da terceira temporada de Euphoria</a></h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<enclosure url='https://images.elle.com.br/2026/04/TDWP2-12549_R-1-620x840.jpg' type='image/jpeg' /><imagem_destaque>https://images.elle.com.br/2026/04/TDWP2-12549_R-1-620x840.jpg</imagem_destaque>
<legenda_imagem_destaque>Meryl Streep como Miranda Priestly.</legenda_imagem_destaque>
<credito_imagem_destaque>Foto: © 2025 20th Century Studios</credito_imagem_destaque>
<media:content url="https://www.youtube.com/embed/iUhgIp_yWvA" medium="video">
			<media:player url="https://www.youtube.com/embed/iUhgIp_yWvA" />
			<media:title type="plain">cultura - ELLE Brasil</media:title>
			<media:description type="html"><![CDATA[Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.]]></media:description>
			<media:thumbnail url="https://images.elle.com.br/2026/04/TDWP2-12549_R-1.jpg" />
			<media:rating scheme="urn:simple">nonadult</media:rating>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>As anti-heroínas favoritas de Alice Carvalho</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/as-anti-heroinas-favoritas-de-alice-carvalho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[cangaço novo]]></category>
		<category><![CDATA[heroína]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://elle.com.br/?p=192958</guid>

					<description><![CDATA[Atriz retorna com a segunda temporada de "Cangaço novo", em que vive a única mulher em uma gangue de ladrões de banco.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Depois do sucesso de <em>O agente secreto</em>, <a href="https://www.instagram.com/carvalhoalice/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Alice Carvalho</strong></a> retorna com a segunda temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Cangaço novo</span></i><span style="font-weight: 400;"> (Prime Video), como Dinorah. Na trama, ambientada no sertão nordestino, ela é a única mulher em uma grupo de ladrões de banco e peça fundamental para a gangue. A nova fase da série <a href="https://elle.com.br/cultura/o-sucesso-de-cangaco-novo">aprofunda os conflitos no sertão do Ceará dos irmãos Vaqueiro</a> – Ubaldo (Allan Souza Lima), Dilvânia (Thainá Duarte) e Dinorah – e ganha Xamã no elenco.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cangaço Novo – Trailer Oficial | Temporada 2 | Prime Video" width="710" height="399" src="https://www.youtube.com/embed/eWtW1F7-eTs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Tenho uma tendência – e isso tem ficado mais forte – de me apaixonar por personagens femininas que são malditas”, diz Alice à ELLE. </span>Nesse universo, aparecem na lista da atriz potiguar nomes como Carol (interpretada por Rhea Seehorn), de <i>Pluribus</i> (2025-); Villanelle e Eve (Jodie Comer e Sandra Oh), as personagens principais de <i>Killing Eve</i> (2018-2022) e Fleabag, da série homônima (2016-19), criada e protagonizada por Phoebe Waller-Bridge.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alice, que viverá Marta na cinebiografia inédita da jogadora de futebol, dirigida</span><span style="font-weight: 400;"> de Andrucha Waddington, lista à ELLE suas três anti-heroínas preferidas:</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/michael-cinebiografia">LEIA MAIS: Protagonizado pelo sobrinho do cantor, “Michael” aposta na música e foge das polêmicas</a></h5>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DXctRAvj3su/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DXctRAvj3su/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Marcélia Cartaxo (@cartaxomarcelia)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script><br />
<b style="font-size: 1.125em;">Marcelia Cartaxo, como Zeza Vaqueiro, de </b><b style="font-size: 1.125em;"><i>Cangaço novo </i></b><b style="font-size: 1.125em;">(2023-)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu não poderia deixar de citá-la pela maneira como ela constrói a tia Zeza, sem ser maniqueísta, uma mulher da luta pelos camponeses, mas que também faz suas alianças para ter o que quer. Ela é uma anti-heroína.”</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Onde assistir:</b><span style="font-weight: 400;"> Prime Video</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DWMb_IMpxwS/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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</div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DWMb_IMpxwS/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Disney+ (@disneyplus)</a></p>
</div>
</blockquote>
<h3><b><br />
Viola Davis, como</b> <b>Annalise Keating, em </b><b><i>How to get away with murder</i></b><b> (2014-20)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">“É uma personagem que sacralizou para o grande público o ofício de Viola e foi onde conheci o trabalho dela – a TV tem esse papel importante. Annalise tem a qualidade de anti-heroína (<em>é</em> </span><i><span style="font-weight: 400;">uma advogada e professora de direito brilhante que se envolve em uma trama de assassinato com seus estudantes na história</span></i><span style="font-weight: 400;">), e ela é uma atriz que não tem medo de fazer uma mulher maldita.”</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Onde assistir:</b><span style="font-weight: 400;"> Disney+</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/johnny-massaro"><span style="font-weight: 400;">LEIA MAIS: As séries e minisséries que marcaram Johnny Massaro</span></a><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h5>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DXhbCctmjxB/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
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</div>
</div>
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<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
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</div>
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</div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DXhbCctmjxB/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por TV Globo (@tvglobo)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Débora Falabella, em </b><b><i>Avenida Brasil</i></b><b> (2012)</b><b></b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">“De uma década pra cá, as novelas têm feito um trabalho muito interessante de colocar personagens que seriam de pura vilania num lugar de antivilania, mas que ainda assim são malvadas. E de pôr as heroínas como anti-heroínas. Acho que isso se aproxima muito mais das experiências humanas. Débora Falabella fez um trabalho muito corajoso e inesquecível na novela (</span><i><span style="font-weight: 400;">a personagem da atriz, Rita/Nina, busca vingança contra a vilã interpretada por Adriana Esteves</span></i><span style="font-weight: 400;">). Já entrou para o rol das grandes personagens de TV. É uma atriz que tenho muita, muita admiração. Sonho em trabalhar com ela e com a Marjorie <em>(Estiano)</em>, que foram fundamentais na minha formação como atriz.”</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Onde assistir:</b><span style="font-weight: 400;"> Globoplay e na Rede Globo, atualmente em reexibição no <em>Vale a pena ver novo</em></span></p>
<h5><span style="font-weight: 400;"><a href="http://Protagonizado por Angelina Jolie, Vidas entrelaçadas traz colaboração da Chanel">LEIA MAIS: Protagonizado por Angelina Jolie, Vidas entrelaçadas traz colaboração da Chanel</a><br />
</span></h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<enclosure url='https://images.elle.com.br/2026/04/elle-view-18-620x840.jpg' type='image/jpeg' /><imagem_destaque>https://images.elle.com.br/2026/04/elle-view-18-620x840.jpg</imagem_destaque>
<legenda_imagem_destaque></legenda_imagem_destaque>
<credito_imagem_destaque>Foto: Thais Vandanezi</credito_imagem_destaque>
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			<media:title type="plain">cultura - ELLE Brasil</media:title>
			<media:description type="html"><![CDATA[Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.]]></media:description>
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	</item>
		<item>
		<title>Protagonizado pelo sobrinho do cantor, &#8220;Michael&#8221; aposta na música e foge das polêmicas</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/michael-cinebiografia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[michael jackson]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://elle.com.br/?p=192535</guid>

					<description><![CDATA[Cinebiografia de Michael Jackson teve refilmagens para retirar do longa a primeira acusação de abuso sexual contra o cantor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A trajetória musical de Michael Jackson é digna de filme, como fica claro em </span><i><span style="font-weight: 400;">Michael</span></i><span style="font-weight: 400;">, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (23.04). O cantor e dançarino é chamado de Rei do Pop com razão: vendeu estimadas 300 milhões de cópias de seus álbuns, teve 13 singles no topo da parada da </span><i><span style="font-weight: 400;">Billboard</span></i><span style="font-weight: 400;">, venceu 13 Grammys, redefiniu os videoclipes, popularizou a dança de rua, cruzou barreiras culturais e raciais, foi imitado no mundo todo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é nessa área que </span><i><span style="font-weight: 400;">Michael</span></i><span style="font-weight: 400;"> vai bem, sendo basicamente um longa-concerto, com as canções em forma de show ou videoclipe apresentadas por inteiro. É emocionante para os fãs saudosistas e para aqueles que nunca tiveram a chance de vê-lo ao vivo. De quebra, mostra um pouco do processo criativo do cantor, morto em 2009, aos 50 anos de idade, e interpretado aqui por seu sobrinho, <a href="https://www.instagram.com/jaafarjackson/" target="_blank" rel="noopener">Jaafar Jackson.</a></span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/treta-segunda-temporada">LEIA MAIS: Elenco de Treta fala sobre a segunda temporada da série</a></h5>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/KDDVHnLB4eE?si=9PF3quN4NRHkW1qs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por Antoine Fuqua (</span><i><span style="font-weight: 400;">Dia de treinamento</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2001) e com roteiro de John Logan (indicado ao Oscar por </span><i><span style="font-weight: 400;">Gladiador</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2000, </span><i><span style="font-weight: 400;">O aviador</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2004, e </span><i><span style="font-weight: 400;">A invenção de Hugo Cabret</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2011), o filme começa com os Jackson 5, grupo que o cantor formou com seus irmãos, em 1965, quando ainda era criança – nessa fase, ele é interpretado por Juliano Krue Valdi. Engloba o início de sua carreira solo e o fenômeno </span><i><span style="font-weight: 400;">Thriller</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1982) e vai até sua apresentação em Londres, em 1988, na turnê de </span><i><span style="font-weight: 400;">Bad </span></i><span style="font-weight: 400;">(1987), </span><span style="font-weight: 400;">mostrando a jornada de Michael do controle absoluto do pai até se estabelecer como um astro em constante mutação e romper artisticamente com a família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme, porém, passa muito de leve pela história e é possível que alguns fiquem um pouco perdidos. </span><i><span style="font-weight: 400;">Michael</span></i><span style="font-weight: 400;"> toca no tratamento violento e no abuso por parte de seu pai, Joseph (Colman Domingo), mostra as sessões de cinema com a mãe, Katherine (Nia Long), e a paixão exacerbada por animais. Mas tudo rapidamente. Aborda as cirurgias plásticas e o vitiligo sem mostrar como isso se transformou em polêmica na época, com muita gente dizendo que ele queria embranquecer. O longa </span><span style="font-weight: 400;">também não trata das acusações de abuso sexual contra crianças, até porque o filme termina antes delas. Mas não era para ser assim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-192546" src="https://images.elle.com.br/2026/04/042_PCF_1600_HUN_v0002_COMP.1064R_v1C_BCC4-768x410.jpg" alt="042 PCF 1600 HUN v0002 COMP.1064R v1C BCC4" width="768" height="410" title="Protagonizado pelo sobrinho do cantor, &quot;Michael&quot; aposta na música e foge das polêmicas"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Judah Edwards como Tito, Jaylen Hunter como Marlon, Juliano Krue Valdi como Michael, Nathaniel McIntyre como Jackie e Jayden Harville como Jermaine, os Jackson 5, em Michael</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Lionsgate</small>
</p> </span></p>
<h3><strong>Refilmagem</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Originalmente, a história de </span><i><span style="font-weight: 400;">Michael</span></i><span style="font-weight: 400;">, que foi produzido com o aval da família e dos detentores do espólio do cantor, chegaria até 1993, quando ele foi acusado pela primeira vez de abuso sexual. Mas o acordo feito com os acusadores impedia a menção disso em qualquer obra cinematográfica, segundo a revista </span><i><span style="font-weight: 400;">Variety</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por causa disso, foi preciso refilmar trechos. Foram 22 dias de filmagem extra, ao custo de US$ 10 milhões a US$ 15 milhões, de acordo com a revista, custeados pelo espólio. O longa termina então com Michael no palco, apresentando <em>Bad</em>, em Londres, em 1988, reforçando a preferência da produção de apostar na música em vez da vida atribulada do astro.</span></p>
<p>A produção atrasou ainda mais porque a casa do roteirista foi danificada pelos incêndios em Los Angeles em 2025. O longa, originalmente previsto para estrear em abril de 2025, foi adiado então para outubro, antes da nova e definitiva data de estreia. Há promessa, porém, de mais filmes, até porque o corte original tinha três horas e meia, enquanto o final ficou com pouco mais de duas.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-192553" src="https://images.elle.com.br/2026/04/MAVEN_UNIT_240523_00846RC_LOL_v0002_COMP.1001-768x512.jpg" alt="MAVEN UNIT 240523 00846RC LOL v0002 COMP.1001" width="768" height="512" title="Protagonizado pelo sobrinho do cantor, &quot;Michael&quot; aposta na música e foge das polêmicas"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Jaafar Jackson como Michael na gravação de Thriller</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Glen Wilson</small>
</p></p>
<h3><strong>A ausência de Janet Jackson</strong></h3>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Michael </span></i><span style="font-weight: 400;">é produzido por Graham King e, por causa das refilmagens, os gerentes do espólio do cantor, o advogado da área de entretenimento John Branca (que aparece no filme, interpretado por Miles Teller) e o executivo musical John McClain, ganharam crédito, além de terem servido como consultores. Entre os produtores executivos estão os irmãos do cantor, Jermaine, Tito, Jackie, Marlon e LaToya. Mas Janet, a irmã mais nova, que teve um grande sucesso em sua própria carreira musical, não aparece nem é citada no filme e não compareceu a nenhum dos eventos de divulgação. LaToya, que é interpretada por Jessica Sula no filme, disse à </span><i><span style="font-weight: 400;">Variety </span></i><span style="font-weight: 400;">que</span><span style="font-weight: 400;"> “ela foi convidada e gentilmente declinou, então é preciso respeitar seus desejos”. O diretor Antoine Fuqua afirmou: “Tenho muito respeito e amor por Janet, e está tudo bem. Ela apoia Jaafar, e isso é o que importa”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos filhos de Michael, apenas o mais velho, Prince, participou e foi presença diária no set de filmagem. Bigi e Paris não tiveram envolvimento, e ela criticou a produção, afirmando haver “muitas imprecisões” e “mentiras deslavadas”. Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Paris disse: “O filme agrada a uma parte muito específica dos fãs do meu pai, que ainda vivem nesse universo de fantasia. E eles ficarão felizes com isso”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-192547" src="https://images.elle.com.br/2026/04/001_MKT_001_CIN_v0093_CNPT.1002-768x1152.jpg" alt="001 MKT 001 CIN v0093 CNPT.1002" width="768" height="1152" title="Protagonizado pelo sobrinho do cantor, &quot;Michael&quot; aposta na música e foge das polêmicas"><p class="media-data">
<small class="media-caption">Jaafar como Michael em apresentação de Billie Jean</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Glen Wilson</small>
</p></p>
<h3><strong>O sobrinho no papel principal</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em compensação, o sobrinho de Michael acabou escalado para viver o tio. Jaafar, 29 anos, é filho de Jermaine, quarto dos dez filhos de Joe e Katherine. Ele canta e dança desde criança e morou em Hayvenhurst, a primeira mansão da família, onde todos viviam juntos. Jaafar nunca tinha tido experiência como ator. Durante dois anos, trabalhou com um coach de atuação e praticou os intricados passos de Michael muitas horas por dia, com a ajuda dos </span><span style="font-weight: 400;">coreógrafos</span><span style="font-weight: 400;"> Rich e Tone Talauega. Também teve acesso a seus arquivos pessoais – o astro morreu quando Jaafar tinha 13 anos, e o adolescente não tinha proximidade com o tio, que já tinha se mudado para o rancho Neverland e visitava às vezes sua antiga casa. Depois, contou com o trabalho do maquiador Bill Corso, que aproximou seus traços aos do cantor. Em certos ângulos, a semelhança é impressionante.</span></p>
<h3><strong>As músicas</strong></h3>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Michael </span></i><span style="font-weight: 400;">quer agradar aos fãs e aposta na música para isso. Juliano Valdi canta sucessos da fase mirim do cantor, como “ABC” e “I’ll be there”. Apesar de encerrar o filme, sua apresentação de “Bad” no estádio de Wembley, em Londres, em 1988, foi a primeira a ser filmada, diante de centenas de figurantes. Foi também recriada a performance de “Billie Jean” no especial </span><i><span style="font-weight: 400;">Motown 25: Yesterday, today, forever</span></i><span style="font-weight: 400;">, em comemoração do aniversário da gravadora responsável por ajudar o Jackson 5 a estourar no mundo todo. Depois, o filme recria o processo criativo por trás do videoclipe de “Beat it” e a filmagem de </span><i><span style="font-weight: 400;">Thriller</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><strong>O figurino</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se libertou das amarras familiares e tomou conta de sua carreira, Michael se transformou em um artista de visual icônico. Era reconhecido pela luva única de lantejoulas, as jaquetas militares, o mocassim preto com meias brancas e óculos aviador. A figurinista Marci Rodgers (</span><i><span style="font-weight: 400;">Infiltrado na Klan</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2018) foi responsável por recriar os looks únicos do cantor. Para isso, visitou o Museu Grammy e os arquivos do espólio para ver de perto a jaqueta vermelha do videoclipe de “Thriller”, feita por Marc Laurent, e as roupas roqueiras na turnê de </span><i><span style="font-weight: 400;">Bad</span></i><span style="font-weight: 400;">. De fita métrica na mão, ela mediu a largura das peças e de detalhes, como as fivelas. Também conversou com a figurinista do videoclipe mais famoso de todos os tempos e ficou sabendo que a calça teve de ser tingida à mão, porque na época a Levi’s não fazia calças vermelhas. Seguindo o processo original, ela também produziu à mão as luvas para Jaafar.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/hacks-entrevista">LEIA MAIS: Jean Smart e Hannah Einbinder falam sobre o fim de Hacks</a></h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<enclosure url='https://images.elle.com.br/2026/04/001_MKT_001_CIN_v0037_CNPT.1002-620x840.jpg' type='image/jpeg' /><imagem_destaque>https://images.elle.com.br/2026/04/001_MKT_001_CIN_v0037_CNPT.1002-620x840.jpg</imagem_destaque>
<legenda_imagem_destaque>Jaafar Jackson como Michael Jackson e KeiLyn Durrel Jones como Bill Bray, chefe de segurança do cantor, em "Michael"</legenda_imagem_destaque>
<credito_imagem_destaque>Foto: Divulgação</credito_imagem_destaque>
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			<media:title type="plain">cultura - ELLE Brasil</media:title>
			<media:description type="html"><![CDATA[Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.]]></media:description>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Elenco de Treta fala sobre a segunda temporada da série</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/treta-segunda-temporada</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 21:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[carey mulligan]]></category>
		<category><![CDATA[netflix]]></category>
		<category><![CDATA[oscar isaac]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[tetra]]></category>
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					<description><![CDATA[Oscar Isaac, Carey Mulligan, Charles Melton e Cailee Spaeny contam detalhes sobre a nova fase da antologia da Netflix.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Assim como na primeira temporada, essa nova nasceu de algo que aconteceu na minha vida. Mais precisamente, de uma discussão que ouvi de um vizinho”, explica Lee Sung Jin, showrunner e criador de </span><i><span style="font-weight: 400;">Treta</span></i><span style="font-weight: 400;">, série da Netflix produzida pela A24 e que acaba de estrear sua segunda temporada na plataforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passando do cenário caótico e urbano que marcou o primeiro ano, protagonizado por Steven Yeun e Ali Wong, para um clube de campo de elite na Califórnia, a nova leva de episódios da antologia explora dinâmicas de poder. “Em vez de um conflito no estilo casal boomer versus casal mais jovem, que já vimos bastante na TV, pensamos: ‘E e se eles fossem mais próximos em idade e destacássemos o abismo geracional entre um casal millennial e um da geração Z?’. Foi assim que chegamos a Oscar Isaac, Carey Mulligan, Charles Melton e <a href="https://www.instagram.com/caileespaeny/" target="_blank" rel="noopener">Cailee Spaeny</a> para os protagonistas”, conta Lee Sung.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/angelina-jolie">LEIA MAIS: Protagonizado por Angelina Jolie, Vidas entrelaçadas traz colaboração da Chanel</a></h5>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/cfac8d2vqO4?si=D6gFQRXWlDuqUl-a" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De um lado, na trama, os jovens Austin (Melton) e Ashley (Spaeny), funcionários precarizados, apaixonados e com uma visão idealizada do amor. Eles são ingênuos e emocionalmente dependentes. Do outro, Josh (Isaac) e Lindsay (Mulligan), um casal mais experiente e aparentemente estável, mas que não se conecta mais e beira o colapso. O ponto de ruptura, que na primeira temporada era uma discussão no trânsito, acontece quando uma briga violenta entre os mais velhos é testemunhada e gravada pelos mais novos, o que desencadeia uma sequência de manipulações, favores e ressentimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O elenco ainda conta com Youn Yuh-jung, que se tornou a primeira sul-coreana a vencer o Oscar como melhor atriz coadjuvante pelo filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2020), como a nova proprietária do clube. Traz ainda Song Kang-ho, outro ator sul-coreano que ganhou destaque internacional por sua atuação no filme </span><i><span style="font-weight: 400;">Parasita </span></i><span style="font-weight: 400;">(2019), também vencedor do Oscar, como o segundo marido dela na trama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a conversa com os protagonistas:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/H9EOeH-RnBA?si=fBwEOAmqLphrhpAC" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Terapia</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Oscar Isaac:</strong> “O que realmente me empolgou foi conversar com o Sonny </span><i><span style="font-weight: 400;">(como Lee Sung é chamado pelos amigos)</span></i><span style="font-weight: 400;">. Tínhamos conversas longuíssimas pela internet algumas vezes por semana. Virou quase uma sessão de terapia para mim. Ele é muito aberto e interessado em falar sobre coisas pessoais como amor, relacionamentos e propósito, e como tudo isso muda conforme envelhecemos. Eu me conectei com a espiritualidade dele. Voltei e reassisti à primeira temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Treta</span></i><span style="font-weight: 400;"> e achei não só hilária, mas também muito emocionante. O ponto de vista é satírico e irônico, mas encontra o humor nessas situações de uma forma bonita e compassiva”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Carey Mulligan:</strong> “Muito disso veio da vontade de trabalhar com o Sonny e fazer parte de qualquer história de </span><i><span style="font-weight: 400;">Treta</span></i><span style="font-weight: 400;"> que viesse a seguir. A Lindsay me lembrou muitas pessoas. Reconheci muito no dilema dela, de chegar a um ponto da vida e perceber que talvez não seja onde você imaginava estar. Isso pode enlouquecer um pouco as pessoas, e eu vi um pouco dessa loucura nela, o que achei interessante de interpretar”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-192421" src="https://images.elle.com.br/2026/04/BEEF_202_SG_240002-768x384.jpg" alt="BEEF 202 SG 240002" width="768" height="384" title="Elenco de Treta fala sobre a segunda temporada da série"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Charles Melton como Austin e Cailee Spaney como Ashley (à frente) e Oscar Isaac como Josh e Carey Mulligan como Lindsay (ao fundo) na segunda temporada de Treta</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Netflix</small>
</p></p>
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<h3><b>Velhos conhecidos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Oscar Isaac:</strong> “A Carey é a melhor atriz com quem já trabalhei. Ninguém se compara a ela para mim. Ela é incrivelmente engraçada, profunda e sensível. É intuitiva e extremamente precisa ao mesmo tempo, é quase um truque de mágica”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Carey Mulligan:</strong> “O Oscar é a pessoa mais divertida para brigar em cena. A gente se divertiu muito. Muitas das nossas cenas são bem intensas. Nos conhecemos filmando </span><i><span style="font-weight: 400;">Drive</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2011) e depois </span><i><span style="font-weight: 400;">Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um homem comum</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2013), e somos amigos desde então. Quando você conhece alguém há tanto tempo, muita coisa já está resolvida na relação”.</span></p>
<h3><b>Contracenando com Cailee Spaeny e Charles Melton</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Carey Mulligan:</strong> “Eu e o Oscar ficamos impressionados com o quanto Charles e Cailee foram incríveis na leitura de roteiro. Atuar com ela é maravilhoso, cada take é diferente e ela é muito verdadeira. Ela interpreta alguém em um ritmo quase frenético, o que é difícil, mas faz muito bem. Quando Lindsay conhece Ashley </span><i><span style="font-weight: 400;">(Cailee)</span></i><span style="font-weight: 400;">, fica irritada com ela, como se fosse uma criança que não entende com o que está lidando. Ao longo da temporada, ela passa a gostar dela, e há um momento em que percebe que Ashley pode ser sua única amiga de verdade. É uma montanha-russa emocional”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Oscar Isaac:</strong> “A Cailee e o Charles são incríveis. Muito talentosos e comprometidos. Sou fã da Cailee há bastante tempo, já vi muito do trabalho dela e acho extraordinário”.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O que espero que as pessoas sintam, como na primeira temporada, é uma experiência catártica, de rir e chorar ao mesmo tempo&#8221; Cailee Spaney</span></p></blockquote>
<h3><b>A jornada dos personagens mais jovens</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Charles Melton:</strong> “Parte da jornada do Austin é descobrir que sua identidade era uma espécie de máscara. Ele é ex-jogador de futebol, bom com pessoas, adora treinar e sempre tenta fazer a coisa certa, mesmo quando não é o melhor para ele. Ele vive pensando nos outros. Essa máscara vai sendo retirada ao longo da temporada. Tem um senso moral forte, especialmente nos relacionamentos, e caminha nessa linha tênue entre a codependência e tentar fazer o certo enquanto descobre novas camadas da parceira”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Cailee Spaeny:</strong> “Ashley tem medo de não alcançar o futuro que sempre imaginou e que acha que merece. Ela pensa: ‘Se eu conseguir um plano de saúde, vou ter a vida que sempre quis’.” Mas, quando experimenta isso, não é suficiente e quer ter algo ainda melhor. Essa obsessão a consome, e vemos ela se desintegrando aos poucos. Quando Ashley cruza com Josh </span><i><span style="font-weight: 400;">(Oscar)</span></i><span style="font-weight: 400;">, dá para perceber um vislumbre de que ela pode se tornar uma espécie de Josh 2.0.”</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-192420" src="https://images.elle.com.br/2026/04/BEEF_n_S2_E8_00_30_38_16-768x384.jpg" alt="BEEF n S2 E8 00 30 38 16" width="768" height="384" title="Elenco de Treta fala sobre a segunda temporada da série"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Cailee Spaeny, Carey Mulligan e Charles Melton em cena da série</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Netflix</small>
</p></p>
<h3><b>Trabalho em equipe</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Charles Melton:</strong> “Eu amo a Cailee. Ela é incrível, uma atriz extremamente talentosa e uma pessoa ainda melhor. Somos muito próximos na vida pessoal, quase melhores amigos, então é muito divertido trabalhar juntos. Sempre descubro coisas novas nas nossas cenas”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Cailee Spaeny:</strong> “Eu e o Charles estamos interpretando os lados mais constrangedores de nós mesmos o tempo todo, e nunca me senti tão confortável com um colega de cena. Posso me jogar sem medo, e a gente só ri. Não existe julgamento com ele. Ele é muito generoso e me apoia sempre, quase todo dia me manda mensagem dizendo: ‘Você foi incrível hoje’. Nunca me diverti tanto trabalhando”.</span></p>
<h3><b>Contracenando com Oscar Isaac e Carey Mulligan </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Charles Melton:</strong> “Sou fã do Oscar há muito tempo. Ele é muito fluido e colaborativo. Tem formação em Juilliard, está em outro nível. Foi muito divertido trabalhar com ele&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Cailee Spaeny:</strong> “Foi muito interessante explorar a dinâmica feminina da série e ver como a Ashley precisa dessa amizade com a Lindsay. Ela está em um relacionamento amoroso codependente e parece não ter muitos amigos. Há muita mentira na relação com a Lindsay, mas, no fundo, existe uma necessidade emocional genuína e foi muito rico explorar isso com a Carey”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium_large wp-image-192419" src="https://images.elle.com.br/2026/04/BEEF_n_S2_E8_00_29_00_12-768x384.jpg" alt="BEEF n S2 E8 00 29 00 12" width="768" height="384" title="Elenco de Treta fala sobre a segunda temporada da série"><br />
<p class="media-data">
<small class="media-caption">Charles Melton, Cailee Spaeny e Carey Mulligan em Treta</small>
<small class="media-photo-credit">Foto: Netflix</small>
</p></p>
<h3><b>A diferença entre as duas temporadas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Charles Melton:</strong> “Todos queremos ser vistos. O Austin quer ser útil, ter propósito. A temporada aprofunda isso e também fala sobre conflitos nos relacionamentos e decisões difíceis da vida adulta. É um ciclo, cada geração acha que é melhor que a anterior ou a próxima. Esse trauma intergeracional na busca pela felicidade não é novo, e vemos três gerações passando por isso na série”.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><strong>Cailee Spaeny:</strong> “Esse conflito continua, mas em uma escala maior. O que espero que as pessoas sintam, como na primeira temporada, é uma experiência catártica, de rir e chorar ao mesmo tempo. Espero que a série provoque conversas, seja entre um casal ou depois de um dia cansativo, ajudando a liberar frustrações. Essa é a beleza de </span><i><span style="font-weight: 400;">Treta”</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/terceira-temporada-de-euphoria">LEIA MAIS: Entre retornos e despedidas, o que esperar da terceira temporada de Euphoria</a></h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<enclosure url='https://images.elle.com.br/2026/04/treta-netflix-destaque-620x840.jpg' type='image/jpeg' /><imagem_destaque>https://images.elle.com.br/2026/04/treta-netflix-destaque-620x840.jpg</imagem_destaque>
<legenda_imagem_destaque> </legenda_imagem_destaque>
<credito_imagem_destaque>Foto: Netflix</credito_imagem_destaque>
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			<media:title type="plain">cultura - ELLE Brasil</media:title>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>“Dancebook Brasil” faz registro inédito da dança brasileira em partituras</title>
		<link>https://elle.com.br/cultura/dancebook-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 21:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://elle.com.br/?p=192189</guid>

					<description><![CDATA[Com curadoria de Carlinhos de Jesus, projeto traduz ritmos populares nacionais para o método Benesh.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Das ruas para o papel: pela primeira vez, ritmos tradicionais da dança brasileira são registrados em partituras coreográficas. O </span><i><span style="font-weight: 400;">Dancebook Brasil</span></i><span style="font-weight: 400;">, projeto realizado pelo Bradesco em parceria com o coreógrafo Carlinhos de Jesus, documenta movimentos do samba, frevo, toada (típica do Norte do Brasil e ligada ao Festival de Parintins, no Amazonas) e chula (do Rio Grande do Sul).</span></p>
<h5><a href="https://elle.com.br/cultura/johnny-massaro">LEIA MAIS: As séries e minisséries que marcaram Johnny Massaro</a></h5>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wOeiuirEjaY?si=x8SsGFchGUA7WGYm" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Com a supervisão de Carlinhos, coreógrafos, bailarinos e especialistas traduziram para partituras movimentos de danças por meio do método Benesh, um sistema internacional usado nos balés europeus</span><span style="font-weight: 400;"> – </span><span style="font-weight: 400;">a exemplo da música, danças são registradas em partituras há mais de 50 anos. Esse trabalho contou como uma coreóloga francesa, que fez marcações, sistematizou movimentos para produzir cada sequência coreográfica – são poucos profissionais desse tipo no mundo. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O <em>Dancebook Brasil</em> é lançado em formato de livro. Com mais de 150 páginas, conta com fotografias de Maurício Nahas e textos sobre cada dança, do seu cenário cultural às características coreográficas. O objetivo é que ele esteja disponível em acervos de importantes centros de dança do mundo, levando a dança brasileira a núcleos de registro e preservação. Os vídeos que detalham o processo de tradução dos movimentos para a notação Benesh estão disponíveis <a href="https://www.instagram.com/bradesco?igsh=MWZxdW1ueWQxM3J3Yw==" target="_blank" rel="noopener">nas redes sociais do banco</a>.</span></p>
<h5><span style="font-weight: 400;"><a href="https://elle.com.br/cultura/angelina-jolie">LEIA MAIS: Protagonizado por Angelina Jolie, Vidas entrelaçadas traz colaboração da Chanel</a></span></h5>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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