Por que mulheres têm filhos?
No quarto episódio da série “Maternidades Possíveis”, falamos sobre quem opta por dizer não à maternidade.
MODA BRASIL
Só alguns segundos.
No quarto episódio da série “Maternidades Possíveis”, falamos sobre quem opta por dizer não à maternidade.
Mãe de Martin, a jornalista Daniela Arrais conta, no terceiro episódio da série “Maternidades Possíveis”, como é formar uma família com duas mães, numa sociedade que ainda se baseia na heteronormatividade.
No segundo episódio da série “Maternidades possíveis”, você vai ver que no Brasil de 2026 ser mãe cabe em quase qualquer idade – da adolescência aos 50+. Escolher quando a maternidade acontece, porém, depende menos do desejo e mais das oportunidades oferecidas às mulheres.
No primeiro episódio da série “Maternidades possíveis”, mães revelam que, entre desigualdades, sobrecarga e lacunas na lei, o trabalho de cuidar de uma criança segue sem reconhecimento no Brasil.
Enquanto o Congresso debate a redução da jornada de trabalho no país, cada vez mais empresas incentivam funcionários a produzir conteúdos que ficam disponíveis na internet — o chamado EGC. Mas o que o trabalhador ganha com isso?
Traição, gravidez indesejada, assédio e violência doméstica. Com histórias polêmicas, as novelas de frutas antropomórficas são um espelho de como a sociedade ainda enxerga as mulheres.
Diagnósticos tardios, tratamentos inadequados e a dor desacreditada revelam o impacto do viés de gênero na medicina.
Da Constituinte de 1988 ao STF de hoje, o que mudou, o que retrocedeu e o que ainda resiste na luta pelo direito ao aborto no Brasil.
Aprovado no Senado, projeto reconhece o ecossistema que sustenta a violência de gênero, equipara o ódio contra mulheres a outras formas de discriminação e endurece punições. Projeto ainda precisa do aval da Câmara dos Deputados e do presidente Lula.
Da Coreia do Sul para o mundo? No quarto capítulo da série Feminismos, mostramos como num país habituado a ditar o futuro – mas sem direitos básicos para as mulheres – nasceu o 4B.
Recém-lançado no Brasil, o livro de Gisèle Pelicot, a francesa que foi drogada pelo marido e estuprada por dezenas de homens, coloca a vergonha onde ela tem que estar: do lado dos abusadores.
No terceiro episódio da série Feminismos, você descobre como o feminismo negro reorganizou o debate sobre gênero, raça e poder – e por que falar de igualdade entre mulheres sem considerar o colonialismo pode ser intelectualmente frágil.
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